Timing, Momentum, Vertigem e Liderança.

 

Timing, momentum, vertigem e liderança.

Timing, momentum, vertigem e liderança.

Se recordarmos da nossa infância, provavelmente todos já brincamos com um balanço. É uma lembrança muito agradável de alegria e liberdade.

O que isso pode nos ensinar em termos de liderança?

Reparem que o balanço oscila ciclicamente em um ritmo que se chama frequência de ressonância.

Se alguém tentar empurrar o balanço fora deste ritmo ou no momento errado o balanço para.

Quem quer liderar tem muito a aprender com isso. A liderança também tem que ter um ritmo.

O estímulo e a condução de um líder devem obedecer a um “timing”, ou seja, existem momentos certos para atuar e obter efeito ótimo. Tem que ser observado o “momentum”, ou seja, a fase do movimento e a velocidade.

Se o estímulo for lento o movimento para, se o estímulo for muito rápido o movimento também para.

Se faltar impulso na hora de acelerar, o movimento para, se houver estímulo no momento da recuperação o movimento também para.

O líder tem que afinar este ritmo de estímulo para acelerar sua equipe. Existem três alternativas, ou conhece o ritmo de cada membro da equipe e faz uma gestão individual ou atrai e agrupa membros compatíveis entre si e com os objetivos do projeto, ou ambas.

Outro aspecto que surge é a “vertigem”. Muitas vezes se consegue um ritmo adequado e com a velocidade e o tamanho aumentando chega-se a um ponto em que o líder se sente desconfortável e com vertigem, vem o medo e então o líder sabota a equipe mudando o ritmo e o crescimento para ou até perde-se tudo.

A grande pergunta é: Líder, qual a velocidade que você aguenta?

Cuide disso no seu desenvolvimento pessoal, pois isso vai limitar seu sucesso.

Divirta-se.

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