Ajuda (parte 1)

O tema “ajuda” é pouco discutido, mas é muito presente no dia a dia.

Com certeza todos acham que se recebessem alguma ajuda poderiam obter um resultado diferente. Sem dúvida isto é uma grande verdade, mas eu te digo que temos que nos preparar para podermos receber ajuda.

A partir deste ponto devemos observar dois aspectos.

O primeiro é definir e compartilhar o objetivo. Ninguém pode ajudar ao outro sem saber o resultado esperado.

O segundo é a definição de ajuda. Aí temos o ajudante, o cúmplice e o “ajudador”.

É comum a necessidade de um ajudante. Esta pessoa irá realizar uma tarefa repetitiva, demorada, não condizente com a capacitação do ajudado e até mesmo desagradável.

Ótima ideia, mas, como regra, observamos que o ajudante não é treinado adequadamente, não há descrição de como deve ser realizado o trabalho e nem do objetivo ou resultado a ser alcançado. Isto gera frustração tanto no ajudado como no ajudante.

Isto normalmente tem uma causa subliminar, não percebemos que vivemos num paradigma que impede nosso crescimento. Acreditamos que “se você quer algo bem feito, faça você mesmo” e também “não vou ensinar tudo senão ele fica muito bom e vai me desafiar ou tornar-se meu concorrente”, ou seja, o líder sabota o trabalho em equipe e ninguém cresce.

Realmente a melhor maneira de multiplicar seu tempo é delegando as tarefas, mas se você quer que um trabalho seja bem feito dê condições para que ele seja bem feito.

Exigir dos outros atuação em equipe e comprometimento é fácil, mas quando o próprio líder sabota o processo e concorre com os liderados o resultado é fracasso.

Você conhece alguém nesta situação?

Continua no próximo post…

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