Brasil tem mais casos de depressão grave entre países de baixa renda

“Um relatório realizado com informações de 18 países – dez de alta renda e oito com renda baixa ou média –, incluindo o Brasil, mostrou que o episódio depressivo maior (MDE, na sigla em inglês) é uma preocupação da saúde pública em todas as regiões do mundo e que ela tem ligação com as condições sociais em alguns países.Os resultados desse estudo foram apresentados no artigo Epidemiologia transnacional do MDE, publicado no dia 26/07/2011 na revista BMC Medicine e divulgados pela Agência Fapesp. 10,4% dos brasileiros tiveram depressão maior no último ano”. Fonte R7

Com esses dados gostaria de expor parte da minha opinião sobre a depressão:

Parece a discussão: Quem veio primeiro, o ovo ou a galinha?

É um problema físico ou mental? Depressão é uma doença, e o deprimido sofre, sem dúvida. Tem um componente físico em que há algum grau de diminuição de um neurotransmissor cerebral e pode-se usar medicamento para reverter isso. Mas tem também um grande componente psicológico.

É natural que ao vivenciarmos alguma perda ou frustração de expectativa entremos em um estado depressivo (não doença) que é temporário e pode ser abreviado com atitude e personalidade adequada que pode ser aprendida, treinada e corrigida.

Mesmo quem precisa de medicamento para tratar depressão, tem um componente psicológico importante associado em que a personalidade e o ambiente em que a pessoa vive (inclusive familiar) é propício ao desenvolvimento desta enfermidade.

Por tanto, faz-se um tratamento psicológico de resgate, mas mesmo sabendo do sofrimento do deprimido, sempre devemos lembrá-lo que a vida é dele e que ele é responsável por conduzir a solução dos desafios que ela apresenta, acolhimento é importante, mas só passar a mão na cabeça piora as coisas.

É sofrimento, mas é escolha também.

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